As regras de ouro para reuniões, segundo Steve Jobs

As regras de ouro para reuniões, segundo Steve Jobs
Redação
janeiro27/ 2016

Steve Jobs é uma figura controversa. Porém, entre os que o consideram um gênio e os que consideram um louco, há um ponto em que todos concordam: Jobs sabia, como poucos, utilizar seu tempo para ser muito produtivo. Analisando seus hábitos, podemos aprender regras de ouro sobre como aproveitar ao máximo o nosso tempo.

Pense naquelas reuniões longuíssimas, em que nada parece ir adiante e todos saem confusos em relação aos próximos passos. Nos Estados Unidos, estima-se que negócios perdem cerca de 37 bilhões de dólares por ano devido a equívocos em reuniões. Pensando nisso, e para impedir que encontros profissionais levassem a prejuízos, o criador da Apple aplicava três regras de ouro:

1) Quanto menor, melhor

Para a reunião ser verdadeiramente eficiente, uma sala nunca pode ter pessoas demais. Imagine todos os diretores e funcionários de uma área específica, reunidos para resolver uma questão que poderia ser discutida entre duas pessoas. Além de inchar o time necessário para apresentar uma solução, esse tipo de encontro interrompe o trabalho dos outros, que poderiam estar focados em outras questões da empresa.

Jobs acreditava que reuniões deveriam ser menores– considerando até mesmo se sua própria presença era necessária. Quando o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, convocou uma reunião com expertsde tecnologia, Jobs recusou o convite exatamente por achar que já tinha gente demais.

2) Toda tarefa precisa de um responsável

Toda tarefa na Apple conta com um DRI – isto é, um “directly responsible individual”, ou, em português, um “indivíduo diretamente responsável”. Após a reunião, todas as definições e próximos passos têm um DRI atrelado, de modo que todos saibam de quem é a responsabilidade pela continuidade do trabalho.

Essa lógica é especialmente importante para startups. Em empresas que crescem muito rápido, algumas tarefas podem ficar esquecidas simplesmente porque está todo mundo muito ocupado com outras coisas. Nomear alguém como o “dono” da tarefa ajuda a garantir que alguém realmente cuide dela.

3)    É proibido se esconder atrás do PowerPoint

Steve Jobs odiava fazer apresentações formais, mas adorava reuniões livres. Apresentações de slides eram banidas. Jobs preferia que o time tivesse liberdade para debater e pensar de forma crítica, sem amarras, sobre o assunto. Se todo mundo se engaja – em vez de acompanhar com os olhos um slide depois outro – certamente a reunião já será mais eficiente.

Fonte: Startup Sebrae

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