Virtual Care aposta em dispositivo wearable para ajudar na saúde e bem-estar dos idosos

Virtual Care aposta em dispositivo wearable para ajudar na saúde e bem-estar dos idosos
Larissa Borges
março30/ 2016

Quem acompanha as novidades da tecnologia já deve ter ouvido falar do wearable technology ou tecnologia vestível.  Pulseiras, braceletes, relógios, óculos, anéis, trajes e dispositivos que podem ser facilmente acoplados ao corpo são alguns exemplos desses produtos. Grandes marcas, como  e Sony já estão investindo em wearable.

Mas, se você acha que o futuro chegou apenas para as grandes marcas está enganado. As startups também estão apostando em wearable e de um jeito que pode ajudar a melhorar a vida das pessoas de forma efetiva. Um exemplo, é a Virtual Care. Criada pelos sócios Marco Anthonio Salles, Onofre Netto e Antonio Valerio Netto, a empresa tem como objetivo ajudar na saúde e bem-estar dos idosos.

“Ao longo de minha carreira tinha desenvolvido vários protocolos e pesquisas de comportamento do doente para determinar a saúde e antecipar um estado de sintomatologia. O desafio era como identificar um estado de hábitos e rotinas prejudiciais ao bem-estar do indivíduo e a distância. Foi assim que surgiu o Virtual Care”, conta Marco Anthonio Salles.

Ok, mas o que tem a ver o Virtual Care com a tecnologia wearable? Bom, é que através de uma pulseira, que é um dispositivo wearable, é possível captar dados relacionados hábitos e rotinas do idoso que a utiliza e, assim, fazer uma análise preditiva, relacionando com sintomatologia ou mesmo síndromes.

Atualmente, a Virtual Care já é usada por 32 idosos. Marco Anthonio Salles afirma que o diferencial da startup é a capacidade de fazer uma análise de comportamento de risco à distância. “Além disso, a pessoa não precisa interagir diretamente com a tecnologia. O dispositivo também ajuda a identificar uma sintomatologia para investigação medica”, frisa.

Destaque nacional

Com a proposta de reduzir índices de risco a saúde e bem-estar das pessoas, além de ser uma forma de aproximar familiares, médicos, compradores e prestadores nos serviços de saúde, a Virtual Care foi eleita como as 100 startups brasileiras que devem receber investimento.

O sócio da startup, Marco Anthonio Salles, revela que esse destaque contribuiu para aproximar o contato com públicos de interesse. “Na primeira rodada em dezembro de 2015, a startup ficou em 2º lugar tendo reflexos nas grandes empresas da cadeia de saúde”.

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