The Game of Life

Redação
novembro22/ 2016

Por Ronaldo Gazel

Já parou para pensar como a nossa vida se parece com um jogo? Desde o momento em que nascemos (game start), até o dia em que morremos (game over), passando por uma curva de aprendizado progressiva (jornada), acumulando vivências e habilidades (XP points). Ficamos, às vezes, “de molho” no hospital (game paused), ou curtindo merecidas férias em algum lugar bacana (bonus stage). Encontramos, durante a vida, parceiros essenciais (cooperative playing) para a realização de problemas (quests), deparando-nos, pelo caminho, com desafetos (inimigos) e ciladas (puzzles) que exigirão de nós, muitas vezes, esforços incomuns (power-ups) para serem solucionados. A vida é muito semelhante a um grande Survival MMORPG (Massive Multiplayer Online Role Playing Game).

A partir do momento em que notamos as semelhanças entre os jogos e a vida, podemos ir além das analogias e buscar, nos games, mecânicas e conceitos que possam ser aplicados a outras atividades humanas (senão o entretenimento) tais como a saúde, o bem-estar, os negócios, a comunicação, as jornadas específicas de cada atividade, o design de experiências. A esse modelo de ressignificação de processos, dá-se o nome de Gamificação (ou Gamification). É quando trazemos os jogos para dentro das atividades humanas para que elas fiquem mais agradáveis, mais interessantes, capazes de provocar maior interesse, gerar estímulos concretos que respeitem os perfis dos usuários (jogadores) com suas distintas habilidades, anseios e modelos de comportamento, melhorando a própria vida. Um jogo de ganha-ganha.

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