Motofrete online é a proposta da Loggi

Motofrete online é a proposta da Loggi
Redação
fevereiro16/ 2016

Motofrete online. Essa é a ideia principal da Loggi, startup criada pelo francês Fabien Mendez, em São Paulo. O empreendedor enxergou uma oportunidade de fazer negócio nas falhas de infraestrutura e logística do Brasil. O CEO da startup agora comemora a ampliação da sua ideia com a chegada da startup em Belo Horizonte no mês passado.

A Loggi foi criada como uma plataforma para conectar motoboys e seus clientes, usando um aplicativo de celular. É semelhante à Uber em sua mecânica, mas soluciona um mercado totalmente diferente, melhorando as relações entre as duas partes envolvidas neste serviço.

Hoje, a Loggi tem mais de 120 funcionários e 300 mil entregas por mês e, segundo o CEO da startup, alguns parceiros chegam a receber entre R$ 4 mil e R$ 5 mil por mês.

A empresa chegou em Belo Horizonte, após ser bem sucedida em São Paulo e no Rio. E, segundo Fabien, a adoção ao sistema foi muito rápida. A capital mineira já possui mais de 100 mensageiros cadastrados, todos devidamente regulamentados. Já a equipe administrativa possui sete pessoas que ficam em um escritório na Savassi, realizando na ajuda de novos cadastros, treinamentos e comercial.

O que ajudou a ideia do motofrete online cair no gosto dos belo-horizontinos foi a legislação que regulamenta a profissão de motoboy, que foi bem aceita pela categoria na capital mineira.

Para se cadastrar na Loggi, um motoboy precisa cumprir com uma série de requisitos, mas os três mais importantes são uma CNH especial para motofrete, a licença fornecida pela prefeitura local e uma empresa aberta, um CNPJ. O próprio sistema fiscaliza documentos e prazos, informando aos colaboradores quando algo está perto do vencimento. Em expansão, a Loggi mira novas capitais do país nos próximos meses, além de planejar uma expansão futura para o interior do país. Para conhecer mais sobre a Loggi, acesse o site oficial.

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