Ginga lança novo conceito de aceleração de startups

Ginga lança novo conceito de aceleração de startups
Larissa Borges
outubro01/ 2015

A Ginga

A aceleradora chega ao mercado mineiro com uma proposta diferente. A Ginga, que faz parte da Tropos Lab, empresa do Grupo Instituto Inovação que trabalha com educação voltada para o empreendedorismo, tem como proposta ser também uma escola.  “Fornecemos conteúdos e acompanhamento para startups. Não cobramos nenhum equity das startups e nenhum valor delas. Em contrapartida, as startups compartilham o conhecimento que elas possuem em alguma área (vendas, marketing, gestão, desenvolvimento de produtos, entre outros). Esse conteúdo é disponibilizado para novos empreendedores, estudantes e profissionais incomodados com o seu papel atual”, explica o cofundador da Ginga e diretor de operações da Tropos Lab, Pedro Teixeira.

A aceleradora está em sua primeira fase e já tem seis startups participando desse processo. São elas: Bluelux, startup de hardware que desenvolve sistemas de automação residencial; Risu, e-commerce que destina parte do valor do produto vendido para instituições de caridade; Futbox, plataforma com a história ilustrada do futebol; PesquisAção , empresa de desenvolvimento de projetos de pesquisa para empresas e governo; Supermim, plataforma de desenvolvimento de hábitos aumentando a produtividade das pessoas e Forsee, sistema de consultoria para melhoria de processos industriais online.

Pedro Teixeira conta que as startups foram escolhidas pelas experiências que seus empreendedores possuem no mercado. “São profissionais que, embora novos no mundo de empreendedorismo, tem experiência em áreas como gestão, vendas, marketing, programação e relacionamento com clientes”, salienta.

Diferencial

O diferencial da Ginga no mercado é a sua metodologia, que utiliza como base o customer development, associado a ferramentas de desenvolvimento empreendedor. Por exemplo, as startups selecionadas para essa primeira fase, irão receber um diagnóstico que irá determinar em que ponto cada startup está (ideia, descobrindo o problema, desenvolvendo a solução, validando a solução, iniciando as vendas ou escalando). De acordo com o estágio, a Ginga desenha um plano de ação específico para cada empresa. Então, cada empresa passa por um processo de aceleração customizado para suas necessidades.

“Na Ginga, ajudamos a preparar os empreendedores, oferecendo as bases mínimas de desenvolvimento de negócios. Além disso, trazemos para o mundo de startups profissionais que ainda não estão familiarizados com esse mundo, ajudando a criar os futuros empreendedores do nosso ecossistema”, esclarece Pedro Teixeira.

Além de Pedro, fazem parte da aceleradora seus sócios, Paulo Renato Cabral e Renata Horta. Cada temporada da Ginga dura três meses, sendo a próxima edição no início do ano que vem, mas ainda sem data marcada.

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